Dizer que não invejo a tempestade que te pega de assalto na rua?
Não posso.
E o vento bom que te refresca a pele?
Tão pouco.
Mas é que o tempo me levou essa história e não me deixou nenhum rascunho
Nenhum, nem um papel velho escrito “Eu te amo”
De ti só ficaram as marcas, feitas com dor e amor
E um tanto de inveja dos que ainda podem te tocar e sentir um afago
Ainda que dado sem nenhum retorno.
sábado, agosto 22, 2009
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